quinta-feira, 5 de setembro de 2013

CONHECENDO OS LIVROS DA BÍBLIA - DANIEL




Daniel 



Daniel é muitas vezes referido como o Apocalipse do Antigo Testamento, apresentando um majestoso quadro de varredura da história profética. Babilônios, persas, gregos e romanos irão e virão, mas Deus estabelecerá o seu povo para sempre.
O livro nos traz a da vida de Daniel, um jovem temente a Deus que foi levado da sua terra natal e levantado na Babilônia. Suas aventuras – seus amigos no palácio, dentro da fornalha e na cova dos leões - nos motram que mesmo no tempo do exílio Deus não esqueceu a sua nação escolhida.
Através de Daniel, Deus providencia sonhos e interpretações dos sonhos, esperando convencer os judeus e os gentios de como o poder pertence a Ele somente.

AUTOR: DANIEL - (DEUS É O JUIZ)

ESFERA DE AÇÃO

Daniel foi com o primeiro grupo levado por Nabucodonosor para a Babilônia em 606 a.c.
Esse livro cobre um período de 72 anos, quatro dinastias, dos 90 anos que Daniel viveu, e é muito atacado pelos incrédulos, uma vez que Daniel profetiza aspectos históricos que só se cumprem muito mais tarde, como a estátua que representa quatro reinos (Babilônia, Medo-persa, Grécia e Roma).
O livro está dividido em duas partes, ambas escritas por Daniel. A primeira parte vai do capítulo 1 ao 6 e a segunda parte do capítulo 7 ao 12.
Foi escrito em dois idiomas: 2: 4 - 7: 28 em aramaico, para os gentios, tratando da história mundial, e hebraico, para o povo de Daniel, tratando da orientação de Deus e do cuidado que Ele tem para com o seu povo.
Ele foi contemporâneo de Jeremias, Ezequiel, Jesua (Ed 3: 2) e Zorobabel.
Três vezes chamado de mui amado (9: 23; 10: 11 e 19), Daniel era corajoso, coerente, sincero, diligente e homem de oração.

CRISTO EM DANIEL

Cristo é a grande pedra que esmagará os reinos deste mundo (2: 34-35;44), e ao filho do homem é dado o domínio eterno (7: 13-14). O Messias que viria seria cortado desta pedra (9: 25-26). Ele também é aquele que está presente na visão de Daniel (10:5-9), com a aparência de Cristo (Ap 1: 12-16).
A visão das 69 semanas (9: 25-26) aponta a vinda do Messias. O decreto (9:25) tomou lugar em 4 de março de 444 a.C. (Ne 2: 1-8). 69 semanas equivalem a 483 anos ou ainda 173.880 dias, usando o ano profético de 360 dias.
Isso nos leva até 29 de março de 33 a.D., a data da entrada triunfal em Jerusalém.
Você faz esta conta observando que 444 a.C. até 33 d.C. dá exatamente 476 anos e 476 multiplicado por 365,24219 dias por ano equivalem a 173.855 dias.

Somando os vinte e cinco dias, a diferença entre 4 de março e 29 de março, você tem 173.880 dias.

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