quarta-feira, 9 de outubro de 2013
CONHECENDO OS LIVROS DA BÍBLIA - NAUM
Naum
Nínive era uma cidade construída para durar, cercada por altos muros fortificada com 200 torres e circundada por um profundo fosso. Era na verdade uma invencível e impenetrável fortaleza, pelo menos era o que os ninivitas pensavam.
Mas de acordo com o profeta Naum, a cidade tão orgulhosa e seus habitantes ficariam sem poder diante da ira vindoura do Senhor Deus. Depois de 150 anos do reavivamento na época de Jonas, o povo de Nínive voltou-se aos seus caminhos imorais e distantes de Deus.
A pregação de Naum não era um chamado para o arrependimento, como a de Jonas, mas uma declaração de morte para um povo mau que tinha esgotado a paciência de Deus.
AUTOR: NAUM
ESFERA DE AÇÃO
Profetizou para Judá no reinado de Josias, em 640 a.C.
Naum faz uma das profecias mais improváveis de todos os tempos.
Nínive e o Império Assírio estavam sitiados por dois anos pelos medos e babilônicos quando uma inesperada inundação do rio Tigre carregou uma parte do muro protetor e abriu o caminho para o exército atacante entrar e conquistar. Isto fora predito por Naum 100 anos antes.
O incrível é que os muros tinham 30 metros de altura e eram bastante largos para permitir que sobre eles passassem quatro juntas de cavalos; havia 1.500 torres de defesa, e, conforme a profecia do Senhor, de nada adiantaram para evitar a destruição.
Deus julgou a todas as nações que tocaram no seu povo.
QUADRO COMPARATVO
| JONAS | NAUM |
| A misericórdia de Deus | O juízo de Deus |
| 760 a.C. | 660 a.C. |
| Arrependimento de Nínive | Rebelião de Nínive |
| Ênfase no profeta | Ênfase na profecia |
| O profeta desobediente | O profeta obediente |
| A nação obediente | A nação desobediente |
| Libertação pela água | Destruição pela água |
| O grande peixe | O grande mandamento cumprido |
CRISTO EM NAUM
Enquanto não existem profecias messiânicas diretas em Naum, os atributos divinos (1:2-8) são consistentes e de acordo com a obra de Cristo, como aquele que julgará as nações na sua segunda vinda.

Nenhum comentário:
Postar um comentário