sábado, 24 de setembro de 2011
Estudo do livro dos Salmos (Parte 3)
Salmos Parte 3
Os salmos 7, 34, 52, 54, 56, 57, 59 e 142 referem-se aos eventos ocorridos durante o problemático relacionamento de Davi com Saul; os salmos 3, 18, 51, 60 e 63 cobrem o período em que Davi reinou sobre Judá e Israel.
Outros títulos precedentes aos salmos referem-se aos instrumentos usados no acompanhamento à melodia ou música apropriada; que parte do coral deve guiar (por exemplo, soprano, tenor, baixo);
ou que tipo de salmo é (por exemplo: meditação, oração). Alguns dos significados destas anotações musicais e litúrgicas são até hoje desconhecidas.
Poesia Hebraica: Em lugar de rima de sons, a poesia e os cânticos hebraicos são marcados pelo paralelismo, ou rima de ideias. A maioria dos paralelismos são dísticos (grupo de dois versos) que expressam pensamentos sinônimos em cada linha (36.5). Outros são antíteses, em que a segunda linha expressa a negativa da linha precedente (20.8). Também há dísticos construtivos ou sintéticos, os quais tendem a adicionar ou a fortalecer um pensamento (19.8,9). Alguns poucos paralelismos são causais, apresentando a justificativa da primeira linha (31.21). Às vezes, o paralelismo envolve três linhas (1.1), quatro (33.2,3) ou mais linhas.
Serviço dos Levitas: De acordo com a lei os Levitas começavam a servir com 30 anos de idade e paravam aos 50 anos. (Números 4:1-4) Havia um período de treinamento de cinco anos que se iniciava aos vinte e cinco. (Números 8:24). Davi em suas ultimas palavras baixou essa idade para vinte anos (1ª. Crônicas 23:25) pelo motivo da fixação da habitação em Jerusalém e em razão do inicio próximo da construção do Templo quando precisariam de mais pessoas para o serviço.
Conclusão
A ação do Espírito Santo
Davi separa os levitas não só para serem cantores, mas para profetizarem, por isso muitos salmos são proféticos. (1 Cr. 25:1) os vs. 5 e 6 dão a entender que as mulheres também foram incluídas no serviço do louvor.
O livro dos Salmos e os princípios de culto que eles refletem atendem à alma do homem e ao e ao coração de Deus, pois são produtos da obra do Espírito Santo. Davi, o principal colaborador do livro dos Salmos, foi ungido pelo Espìrito Santo (1 Sm 16.13). Essa unção não foi apenas para o reimado mas para o oficio de profeta (At 2.30), e as suas afirmações proféticas foram feitas pelo poder do Espírito Santo (Lc 24.44; At 1.16). Na verdade, as letras desses cânticos foram compostas por inspiração do Espírito Santo (2Sm 23.1,2), como também os planos de escolher maestros e corais com orquestras de acompanhamentos (1ª Cr 28.12,13) 4000 instrumentistas. (1ª Cr.. 23:5). Portanto, os Salmos são únicos e imensamente diferente das obras de compositores seculares.
Ambas podem refletir a profundidade da agonia experimentada pelo espírito humano atormentado, com toda a sua comoção,. e expressar a alegria extasiante da alma liberta, mas apenas os Salmos chegam a um plano superior através da unção criativa do Espírito Santo.
Relatos específicos mostram que o Espírito Santo opera criando vida (Sl. 104.30); que acompanha fielmente os crentes (139.7,8); que guia e instrui ( 143.10); que sustém o penitente (51.11-12); e que interage com o rebelde (l06.33 – 48).
Fim
Fim

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