sábado, 11 de maio de 2013
CONHECENDO OS LIVROS DA BÍBLIA - NÚMEROS
Números
Apenas um ano se passou desde o êxodo do Egito, quando o livro de Números começou.
Números é o livro da disciplina divina. Mostra as dores e consequências terríveis da descrença e das decisões irresponsáveis por parte do povo escolhido por Deus.
Números começa com a antiga geração (Nn 1-12), e avança através de um período de uma trágica transição (13-20) e termina com a nova geração (21-36).
Estão colocados nas portas de Canaã: o livro que contém os registros de duas gerações, dois sensos e dois conjuntos de instruções para desfrutar da terra prometida.
Deus revela seu amor, sua caridade, mas também sua severidade.
O seu povo deve aprender a mover-se em uma só direção, confiar Nele e depender Dele.
AUTOR: MOISÉS
ESFERA DE AÇÃO
Trinta e nove anos de jornada do povo no deserto - de 1490 até 1451 a.c.
Neste livro vemos Israel servindo. O livro nos apresenta um quadro de um acampamento onde tudo é feito segundo a primeira lei do céu. Registra também o fracasso de Israel, que, por não crer nas promessas de DEUS, não entra na terra de Canaã.
Existem lindas mensagens neste livro com relação ao serviço, ordem e peregrinação.
Vemos neste livro que o povo só pode se mover de acordo com a vontade de DEUS (Nm 9: 15). Quando a nuvem se movia, o povo levantava acampamento e seguia ao Senhor.
Em Cades-Barnéia o povo murmura, lamenta ter deixado o Egito; Miriã e Arão pecam contra Moisés; e o povo, ao enviar os espias, teme entrar em Canaã, volta para o deserto e traz uma grande maldição para si (capítulos 11 a 15).
Em Números vemos o pecado de Moisés, que em vez de falar com a Rocha, feriu-a duas vezes, perdendo o privilégio de poder entrar em Canaã. Se em Êxodo a rocha, ao ser fendida, representava CRISTO em sua morte, aqui a rocha representava CRISTO ressurreto, porém Moisés não se atentou a isso, perdendo a benção.
PARA PENSAR
Será que não perdemos muitas bênçãos por simplesmente não atentarmos para os detalhes da vontade de DEUS?
CRISTO EM NÚMEROS
Talvez o mais claro retrato de Cristo em Números, seja a serpente de bronze na estaca, que representa uma figura da crucificação (Nm 21: 4-9). Moisés levantou a serpente no deserto, e assim o filho do homem será levantado (João 3:14). A rocha que satisfez a sede da multidão também é uma figura de Cristo. Eles beberam da rocha espiritual, que simboliza Cristo (I Co 10: 4).
O maná diário também é uma figura do pão da vida que mais tarde desceria do céu (João 6: 31-33).
Balaão prevê o governo de Cristo: "Eu vejo mas não agora, este contemplo, mas não de perto, uma estrela virá de Jacó e um cetro se levantará de Israel" (Nm 24: 17).
A direção e a presença de Cristo é vista na nuvem, na coluna de fogo e nas cidades, refúgio para os pecadores em Cristo. Essas cidades podem ser vistas como as seis cidades de refúgio.
O sacrifício do Cordeiro também é considerado um tipo de Cristo.
Ótimo, bem direto e explicado!!!
ResponderExcluirParabéns!!!